• A primavera chegou no hemisfério norte, e nada melhor do que passear por Barcelona – uma das cidades mais
  • Ambiente aconchegante, um jardim envidraçado no meio da construção
  • Todas as vezes que vou planejar minhas férias fico na dúvida:

Melhor época para visitar Berlim

Melhor época para visitar Berlim
Quando alguém pretende me visitar eu sempre aconselho a vir de abril até o fim de outubro, principalmente se é a primeira vez que a pessoa está saindo do país. Nesta época o frio ainda não é tão rigoroso e os dias não são tao curtos quando no inverno. Nestes meses é mais agradável andar pelas ruas e há mais opções de coisas a fazer, pelo menos ao ar-livre.
Melhor época para visitar Berlim
Árvores floridas no início da primavera
Em particular acho do final de abril até maio, que é quando as árvores florescem, um espetáculo. Muitas ruas e parques ficam belíssimos. Outubro, com as cores do outono, também é fantástico. Nestes períodos pode-se ver a natureza de uma forma que não estamos acostumados no Brasil.
Melhor época para visitar Berlim
As cores do outono
E por outro lado eu sou fã de neve também. Amo quando neva! Acho que fica lindo tudo branquinho, andar e pegar na neve que acabou de cair, que é tão fofinha. Então o inverno também tem seu lado legal (é só de agasalhar adequadamente). E Berlim não pára no inverno, tem sempre alguma coisa acontecendo na cidade.
Melhor época para visitar Berlim
Parque Tiergarten com neve
Entre o final de novembro e o Natal ocorrem as belas e românticas feiras de Natal. Diversas pistas de patinação no gelo são montadas, assim como uma rampa com neve de 12 metros de altura para escorregar sentado em uma bóia é montada na Potsdamer Platz. Além disto Berlim tem um monte de atrações para ver que não precisa estar a céu-aberto. A cidade é cheia de museus, palácios, casas de show e espetáculos e tem uma vida noturna fantástica.
Melhor época para visitar Berlim
Pista de gelo na Potsdamer Platz
Então eu acho que depende muito do gosto e interesse da pessoa. Berlim tem atividades, eventos e cultura o ano inteiro.
Melhor época para visitar Berlim
Feira de Natal
Clique aqui para saber mais sobre o clima em Berlim, como são as estações, temperaturas, etc.
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O que ver e fazer em Berlim – Dicas de concertos, óperas e espetáculos

Fonte: www.konzerthaus.de
Muita gente que vem à Berlim me pede dicas do que ver e fazer na cidade, alguns perguntam por  shows típicos ou folclóricos. Bem, não há nenhum tipo de show folclórico, do tipo em que homens usam calça de couro e suspensório, as mulheres vestidos bordados, rodados e com mangas bufantes  e cantam Jodeln (Iodelei, aquele tipo de canto rápido) – mesmo porque isto é algo típico da região da Bavária e dos alpes.
Por outro lado, a música e o estilo clássico é algo que está entranhado na cultura alemã.  Portanto, se vier a Berlim e quiser assistir algo típico minha sugestão seria um concerto, uma ópera ou uma apresentação de balé. Opções não faltarão, pois Berlim tem diversas orquestas, casas de concerto e óperas. Abaixo estou listando as principais delas – clique nos links para acessar o site, onde pode ver o calendário da programação, assim como fazer a compra de ingressos.

Concertos:

Berliner Philharmonie (Fonte: www.berliner-philharmoniker.de)

Ópera:

Ópera na Komische Oper Berlin (Fonte: www.komische-oper-berlin.de)

Balé:

Balé no Staatsballett Berlin (www.staatsballett-berlin.de)

Outras Opções:

“Show Me” – Friedrichstadt Palast (Fonte: www.visitberlin.de)
Para quem não é fã do estilo clássico há outras opções de shows e espetáculos apropriados também para turistas ou para quem não fala a língua alemã. Um exemplo são os espetáculos no teatroFriedrichstadt-Palast, que gerealmente são grandes apresentações coreográficas com efeitos de palco, luzes e belo figurino – no melhor estilo Las Vegas. Atualmente está em cartaz o espetáculo “Show me”.
Show “Flip” no Chamäleon (Fonte: www.visitberlin.de)
No Chamäleon, um teatro já bem menor que o Friedrichstadt-Palast, os shows são acrobáticos, num estilo circense moderno. E no Bluemax Theater am Potsdamer Platz, o Blue Man Group faz suas apresentações – um show com música experimental, multímidia e com um toque de comédia.
Blue Man Group (Fonte: www.stage-entertainment.de)
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Acrópoles, o grego que nunca vai sair de moda no Bom Retiro

Salão do Acrópoles: um clássico / Foto: Miguel Icassatti
Salão do Acrópoles: um clássico / Foto: Miguel Icassatti
Nestes dias de temperaturas saarianas, as molduras com fotos de Mykonos, Santorini e outras ilhas rodeadas pelo Mediterrâneo, expostas nas paredes do restaurante Acrópoles, o grego do Bom Retiro, chegam a ser um alento, quando não uma miragem.
Com seu salão de clássica simplicidade, em meio às vitrines das lojas de confecção boas, antenadas e algo baratas da Rua da Graça e adjacências, oAcrópoles nunca vai sair de moda.
Maîtres e hostesses metidinhos por aí deveriam ter aulas de boas maneiras com Thrassyvoulos Georgios Petrakis, o Seu Trasso, para aprender como bem atender a freguesia. Aos 96 anos e munido de um largo sorriso, o dono do Acrópoles recebe um a um os visitantes e os acomoda à mesa. Chega o couvert, ele derrama um belo fio de azeite no prato à frente do cliente, para que seja passado no miolo de um gostoso pão com gergelim, e volta à porta do restaurante, à espera do próximo.
Embora o cardápio esteja listado na parede, é difícil escapar da mussaká (uma espécie de torta de berinjela, carne moída e batata, R$ 32,00) e do carneiro assado ao forno (R$ 36,00), precedidos da saladinha caipira (folhas, tomate, azeitona, R$ 22,00 a meia porção).
Em geral os pratos ficam expostos na cozinha, instalada no fundo do salão. O cliente escolhe o que quer comer, o item vai ao forno e é levado à mesa. Quem já está decidido pode ser poupado da difícil tarefa e começar os trabalhos com uma garrafa de cerveja (Serramalte, R$ 9,00).
Na hora da sobremesa, a torta de maçã é de uma delicadeza surpreendente — se você tiver a sorte de ter ao lado uma boa companhia, peça uma colher extra.
Para começar a digestão e fazer por tabela um programa dos mais paulistanos, caminhe 10 minutos até a Estação da Luz, onde está o Museu da Língua Portuguesa, ou à Pinacoteca, em frente, pela José Paulino. Mas vá pela sombra.
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Cinco eventos bizarros pelo mundo em abril

O que achamos desse torneio? Bullshit! (foto: Frank Thompson/flickr)

Caça à Cascavel (dias 11 a 13)

Waurika, Oklahoma, EUA
O carrossel, a roda-gigante e a música country estão lá, no parque de diversões, mas a barraca de cascavel frita no lugar do carrinho de hot-dog dá um tom bemcreepy ao evento. Há meio século, os habitantes da minúscula Waurika (duas horas ao sul da cidade de Oklahoma) capturam cascavéis no começo da primavera, logo após o período de hibernação dos répteis, seguindo a mesma lógica de quem pesca lagostas ou pintados – pegue os exemplares grandes, deixe os pequenos. No fim de semana da festa, os visitantes perseguem cascavéis previamente marcadas em um parque da cidade (e ganham prêmios), tiram fotos com as víboras, compram chocalhos de suvenir, levam carne de cobra para o jantar e assistem a diversas premiações, como o da maior serpente capturada.
Cascavéis são motivo de festa em Waurika (foto: sevargmt/flickr)
Cascavéis são motivo de festa em Waurika (foto: sevargmt/flickr)


Inseto Bowl (dias 12 e 13)

Purdue, Indiana, EUA
Renomada em Agricultura e Veterinária, a Universidade de Purdue (uma hora ao norte de Indianápolis) sedia um dos mais importantes – e absurdos – festivais sobre insetos do mundo. Todos os anos, cerca de 30 000 visitantes comparecem ao campus para vibrar com competições como a Corrida de Baratas e a Cuspida de Grilos, no qual os participantes colocam um gafanhoto morto na boca e disputam o lançamento mais longo. As regras são claras, como diria Arnaldo: “o grilo precisa estar intacto, e um fiscal verificará se o inseto cuspido tem as seis pernas, as quatro antenas e as duas asas antes de a distância ser validada”.
Competidora se prepara para cuspir o grilo (foto: bloggingpurdue/flickr)
Competidora se prepara para cuspir o grilo (foto: bloggingpurdue/flickr)


Torneio Mundial de Arremesso de Bosta Seca (dias 12 a 19)

Beaver, Oklahoma, EUA
Já em sua 45ª edição, o World Cow Chip Throwing Contest tem origem na lida campeira de Beaver, uma modestíssima cidade na divisa entre Oklahoma e o Kansas. Combustível para fogões e salamandras, o esterco seco de vaca era largamente retirado do campo às vésperas do inverno. O processo de pegar a bosta seca e atirar na carroça virou esporte, hoje difundido por toda a América (Wisconsin tem um campeonato de bom nível, assistido por 30 mil pessoas) e coberto até pelo Guinness: “A maior distância alcançada por um projétil não-esférico e 100% orgânico (regra estabelecida em 1970) é de 81,1 metros, marca de Steve Urner, no Mountain Festival (Califórnia), em 1981”.
O que achamos desse torneio? Bullshit! (foto: Frank Thompson/flickr)
O que achamos desse torneio? Bullshit! (foto: Frank Thompson/flickr)


Sumô do Chorô do Bebê (dia 26)

Tóquio, Japão
No Templo de Senso-ji (ou Asakusa Kannon), o estridente choro de bebê não é apenas tolerado, como vale a vitória. Todos os anos, durante o Nakizumo Festival, praticantes de sumô vestidos a caráter (fio dental e coque no cabelo) levam seus rebentos de um aninho para o tatame, empunham eles no peito e começam a gritar (“Naki! Naki! Naki” – Chora! Chora! Chora!). O filho do lutador que chorar antes (ou mais alto) do que o do oponente ganha a contenda. Tradição quadricentenária, o evento é alimentado pela crença de que o choro infantil afasta os maus espíritos e assegura o crescimento saudável. Um estudo muito mais recente, porém, afirma que o choro prolongado é prejudicial ao desenvolvimento do cérebro dos nenês. Vai saber…
Perdeeeeu... Não, ganhooooou (foto: lensonjapan/flickr)
Perdeeeeu… Não, ganhooooou (foto: lensonjapan/flickr)


Mergulho no Chão (Naghol) (até junho)

Ilha de Pentecoste, Vanuatu
Na paradisíaca Melanésia, uma região coalhada de ilhas entre a Polinésia e a Austrália, nasceu o Naghol, ritual de bravura e afirmação masculina que deu origem ao bungee jumping. A mecânica é a mesma – tornozelos amarrados e um salto no vazio –, mas há diferenças, radicais diferenças. Em uma torre de madeira rudimentar com até 30 metros de altura, os homens da tribo Sa amarram nas pernas cipós quase tão longos quanto a distância até o chão. Então, sem nenhum equipamento de segurança, mergulham de cabeça com o objetivo de tocar levemente o solo. O tranco da fibra quase sem elasticidade é forte, mas são raros os registros de acidentes graves.
Maluco da Melanésia no bungee das antigas (foto: Chicca Cappuccino/flickr)
Maluco da Melanésia no bungee das antigas (foto: Chicca Cappuccino/flickr)
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